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01/01/2012 11h00
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Hospital dos servidores do Estado não oferece todos os tipos de cirurgias

Hospital, que funcionava no Ipem, no Calhau, foi transferido para a Cidade Olimpica


O Imparcial
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O novo Hospital do Servidor foi inaugurado no último dia 5 de dezembro com a promessa de ser o centro de referência para o servidor estadual. O hospital, que funcionava no antigo prédio do Ipem, no Calhau, foi transferido para o bairro Cidade Olímpica, mudança que não agradou aos servidores devido à distância.
No entanto, a garantia de melhores serviços e múltiplas especialidades trouxe ao servidor um alento, que parece não ter se confirmado até o momento. Um servidor, policial civil, que precisou de atendimento no novo hospital não teria sido atendido pois, segundo informações a ele repassadas, a especialidade não estava ativa. O servidor havia se ferido com a própria arma e foi levado ao Socorrão II. Lá, ele teria enviado ao Hospital do Servidor onde deveria se submeter a cirurgia.

Apesar do novo hospital possuir estrutura para tal operação, o serviço não estava sendo realizado. Dos vários serviços ali disponiveis, apenas algumas consultas podiam ser feitas. O policial permanece no Socorrão II.
A reclamação, feita por um servidor público estadual, ressalta as taxas que são descontadas dos contracheques dos servidores, equivalente ao salário recebido e que somam na manutenção e funcionamento do hospital. Para ele, são valores pagos sem o devido retorno, pois, "quando precisamos, o serviço não funciona", reclama.

A unidade oferece consultas em diversas especialidades médicas, tais como angiologia, cardiologia, cirurgia geral, clínica médica, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, geriatria, ginecologia, hematologia, nefrologia, neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, entre outras, além de exames laboratoriais.
Os servidores públicos estaduais ainda estão desinformados com as mudanças no atendimento do novo hospital e quanto a transferência dos serviços de saúde que antes eram oferecidos com exclusividade no Hospital Carlos Macieira (HCM), no Calhau, agora concentrados na unidade da Cidade Operária e em pontos nos bairros São Francisco, Centro, Cohab Anil III e Calhau.

Até o mês passado, já após a inauguração do novo hospital, servidores ainda São Francisco, Centro, Cohab Anil III e Calhau. A maior reclamação é quanto à falta de orientação adequada sobre a nova unidade. Muitos não sabem e quando procuram o Carlos Macieira têm a surpresa. Outra reclamação foi o comunicado sobre a transferência dos serviços, cuja informação foi repassada por veiculos de midia. A transferência do Hospital do Servidor Público para a Cidade Operária foi decidida em reunião do Conselho Superior do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Consup). O Consup é responsável pela gerência dos recursos ligados ao Fepa sendo composto por representantes da Casa Civil, Seplan, Sefaz, Ministério Público, Servidores Públicos Estaduais Inativos e Servidores Públicos Estaduais Ativos. Foi uma forma de descentralizar o atendimento e ampliar a oferta de serviços.

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