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29/05/2012 13h52 - Atualizado em 29/05/2012 14h10
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Os novos vídeos eróticos têm a pegada romântica - e caliente - que a gente adora

Vale conferir as produções que são destinadas para nós, mulheres!


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Jogar futebol, beber cerveja, dirigir carrões... tudo isso já foi considerado "coisa de homem". Se a gente aprendeu a gostar de tudo isso, por que não de filmes pornográficos? Se você respondeu "Porque eles têm mulheres com implantes de silicone gigantescos", tem seu ponto de razão. Ou tinha. Cada vez mais, surgem produções dirigidas às mulheres - as normais, não as que são clone da Pamela Anderson. E aumenta o número de interessadas nesses filmes apimentados. Numa enquete realizada com 1 100 leitoras da revista Cosmopolitan, nossa irmã americana, 96% das entrevistadas confessaram já ter dado uma espiadinha. E 67% delas veem pelo menos uma vez por mês. As leitoras de NOVA aderiram à tendência. São produções mais próximas da vida real - nada daquela coisa: chega o encanador para consertar um vazamento e em 4,5 segundos está transando com a dona da casa. No lugar das penetrações infinitas, entram roteiros que incluem sedução, preliminares e uma dose de romance. "Estamos Apostando em enredos mais elaborados", diz Rossana Freire, apresentadora do canal Sexy Hot e fã de filmes eróticos.

Na primeira vez em que assistiu a um pornô tradicional, ao lado do ex-marido, a relações-públicas Luciane*, 31 anos, ficou excitada com as (breves) cenas de preliminares. "Então veio aquele malabarismo sexual e perdi o interesse", conta. Ela, que agora está solteira, descobriu as fitas indicadas para nós, mulheres. Quando está sozinha e o tesão bate, Luciane liga a TV no canal de filmes eróticos e pratica sexo solo.

Dirigidos por mulheres, os novos pornôs fazem com que o público feminino deseje mais uma sessão de cineminha privê do que uma liquidação. Lá fora, Erika Lust, Tristan Taormino, Petra Joy, Candida Royalle e Anna Span já viraram celebridades por seus filmes. No Brasil, Monica Mattos, da produtora Sexxxy World, se destaca. Uma das melhores cenas dirigidas por ela mostra uma atriz recebendo sexo oral por váááários minutos.

Foi assistindo aos filmes do gênero que a publicitária Julia*, 27 anos, aprendeu a fazer sexo oral no estilo "garganta profunda". Ela adora os filmes que mostram flagrantes, além dos gangbang (uma mulher e vários homens ou um homem e várias mulheres) e sexo a três. "Eles não exibem aquelas expressões e gemidos exagerados", diz. Mas a especialista em sexualidade humana Suely Vicino, de São Paulo, chama a atenção para a importância de separar a fantasia da vida real. "A mulher tem que ampliar seu leque erótico, e não achar que precisa se submeter ao que não gosta", afirma.

 

 

 

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